O texto mostra as verdadeiras condições de como funciona na íntegra ensino médio noturno, aborda também a realidade dos estudantes mesclando trabalho e escola juntamente com a qualidade do ensino dos professores do ensino noturno, onde visa melhoras no ensino quanto a gestão e organização.
terça-feira, 31 de março de 2009
Comentário Textual
A recente expansão da educação básica no Brasil e suas consequencias para o ensino médio noturno
Comentário Textual
Ensino Médio Integrado
Um texto bastante informativo e realmente preocupado em fazer a ruptura de pré-opniões formadas em torno desse tema, onde os professores não sabem o real significado, o texto bastante esclarecedor com relação as discussões em torno das concepções que seguem durante toda leitura.
Comentário Textual
Ensino Médio Ciência, Cultura e Trabalho
O texto aborda de forma fantástica, bem sistematizada e sucinta uma das receitas de otimização das vertentes que são oriundas do Ensino Médio, o trabalho, ciência, cultura e educação.
O texto aborda de forma fantástica, bem sistematizada e sucinta uma das receitas de otimização das vertentes que são oriundas do Ensino Médio, o trabalho, ciência, cultura e educação.
Comentário Textual
Educação Profissional Análise Contextualizada
No texto abre a discussão sobre os desafios que a Educação Profissional na gestão em uma forma geral, em todos os campos seja pedagógico, metodológico, político, financeira e administrativa, assim reflexões, num contexto bem elaboarado e atual.
Comentário Textual
Educação Escolar: políticas, estruturas e organização
O texto mais bacana, bastante chamativo, aborda todas informações de maneira clara, objetiva, onde pude achar respostas para algumas indagaçõs informativas que faltavam para meu melhor desempenho.Dando assim todos subsídios para um embasamento prático e teórico na gestão educacional.
Comentário Textual
Trabalho, Formação e Curriculo
O texto aborda de forma sucinta as discussões sobre o modelo taylorista e fordista, seguida de comparações das proposta e consequencias nos govenos, estabelece também a relação das etapas de desenvolvimentos e do que gira em torno do mundo capitalista.
O texto aborda de forma sucinta as discussões sobre o modelo taylorista e fordista, seguida de comparações das proposta e consequencias nos govenos, estabelece também a relação das etapas de desenvolvimentos e do que gira em torno do mundo capitalista.
Comentário Textual
Introdução à educação digital
O texto ensina de forma detalha na criação do blog, fácil leitura e além disso me proporcionou ao acesso dessa ferramenta interessante, podendo usar como diário. E prova que acima de tudo, a tecnologia e a informação só tende a dinamizar a vida corrida que todos nós profissionais temos e otimizar nosso tempo de forma inteligente.
Comentário Textual
Banco Mundial, OMC e FMI: o impacto nas políticas educacionais
Inicialmente especificamente esse texto contribuiu na produção textual do GT-2, além disso, pude perceber a influencia do Banco Mundial, da Organização Mundial do Comércio - OMC e do Fundo Monetário Internacional – FMI, abrem as portas para os programas dos governos, portanto em todo o corpo do contexto dá sustentação teórica mostrando os impactos da atuação dessas potências.Banco Mundial, OMC e FMI: o impacto nas políticas educacionais.
Portanto, é explorada a atuação dessas organizações financeiras plurilateais e dos organismos internacionais, chamando a atenção das ações educativas e as conseqüências sobre as políticas educacionais. Uma leitura um pouco cansativa por conta do formato da letra, porém valiosa em informações.
Portanto, é explorada a atuação dessas organizações financeiras plurilateais e dos organismos internacionais, chamando a atenção das ações educativas e as conseqüências sobre as políticas educacionais. Uma leitura um pouco cansativa por conta do formato da letra, porém valiosa em informações.
Balanço da EPT como Política Pública
Evolução!!
A disciplina interessantíssima, apesar do tempo escasso para melhor discussão em torno das políticas públicas, digo de passagem um tema que ampliou minha visão educacional, que por conta da minha formação Licenciatura em Física, inicialmente tive dificuldades, porém superadas.
Depois de tantas leituras, essa palavra resume o leque de informações me proporcionou, onde pude fazer uma organização estrutural em torno das ações, efeitos e consequencias do ensino e as vertentes das políticas educacionais.
Leituras Complementares
Leitura dos Cinco Artigos Propostos (reflexões)
Primeiramente no artigo “Educação Profissional No Brasil: Histórico” é bastante explorado cronologicamente o surgimento de novas tecnologias juntamente com Sistema S e a formação profissional nas escolas, abrangendo o conhecimento em torno da educação de forma produtiva, onde essa leitura proporcionou um leque maior de informações para a produção da linha do tempo no GT-1, juntamente com o texto do artigo “O Fio da História: A Gênese da Formação Profissional no Brasil” representando nas entrelinhas os desafios políticos sócio-culturais e as novas perspectivas gradual do passar dos anos na Educação Profissional no Brasil.
No artigo “Politecnia ou educação tecnológica: desafio ao Ensino Médio e a educação profissional” constitui-se principalmente na discussão da estrutura e as finalidades do ensino Médio e da Educação Profissional, chegando com clareza nas abordagens abrangentes das políticas públicas.
Finalizando com os dois últimos artigos “Educação Profissional: desafios para a construção de um projeto para os que vivem do trabalho” e “O Ensino Médio agora é para a vida: entre o pretendido, o dito e o feito” resumidamente um complementa o outro de ângulos diferentes e o fator marcante dos dois artigos é a educação profissional e a educação para o trabalho, onde chama a atenção e enfatiza a integração do Estado com o Governo juntamente com a gestão pública em assumir um busca de melhoria na educação brasileira e inserir a proposta dos acessos às áreas de conhecimentos e assim diminuir as diferenças gritantes que a desigualdade sócio-cultural acarreta.
No artigo “Politecnia ou educação tecnológica: desafio ao Ensino Médio e a educação profissional” constitui-se principalmente na discussão da estrutura e as finalidades do ensino Médio e da Educação Profissional, chegando com clareza nas abordagens abrangentes das políticas públicas.
Finalizando com os dois últimos artigos “Educação Profissional: desafios para a construção de um projeto para os que vivem do trabalho” e “O Ensino Médio agora é para a vida: entre o pretendido, o dito e o feito” resumidamente um complementa o outro de ângulos diferentes e o fator marcante dos dois artigos é a educação profissional e a educação para o trabalho, onde chama a atenção e enfatiza a integração do Estado com o Governo juntamente com a gestão pública em assumir um busca de melhoria na educação brasileira e inserir a proposta dos acessos às áreas de conhecimentos e assim diminuir as diferenças gritantes que a desigualdade sócio-cultural acarreta.
Comentário textual
O Banco Mundial e as Políticas Educacionais (Reflexões)
O Banco Mundial financia os projetos de educação no Brasil e também outros países. Definiram-se medidas a serem adotadas pelos governos da América Latina. Essas medidas conformam uma política da economia em relação ao social, sendo que as propostas são torneadas pela perspectiva neoliberal que visa a implantação de um Estado Mínimo que permite ao mercado ser uma forma de garantia na regulamentação da vida social.
Nessa perspectiva neoliberal, o Banco Mundial impôs a educação brasileira o seu objetivo, desse modo podendo assim orientar os outros países. Onde o foco está no ensino, base para a qualificação com perspectiva para o aumento das taxas de crescimento econômico.
Portanto, essa medida deve ser implantada de maneira descentralizada, sendo dinamizada através do processo de municipalização do ensino. Entre outras medidas, têm-se a reparação da legislação da educação, que dessa forma garante ao governo, total controle nesse processo educacional.
O Banco Mundial financia os projetos de educação no Brasil e também outros países. Definiram-se medidas a serem adotadas pelos governos da América Latina. Essas medidas conformam uma política da economia em relação ao social, sendo que as propostas são torneadas pela perspectiva neoliberal que visa a implantação de um Estado Mínimo que permite ao mercado ser uma forma de garantia na regulamentação da vida social.
Nessa perspectiva neoliberal, o Banco Mundial impôs a educação brasileira o seu objetivo, desse modo podendo assim orientar os outros países. Onde o foco está no ensino, base para a qualificação com perspectiva para o aumento das taxas de crescimento econômico.
Portanto, essa medida deve ser implantada de maneira descentralizada, sendo dinamizada através do processo de municipalização do ensino. Entre outras medidas, têm-se a reparação da legislação da educação, que dessa forma garante ao governo, total controle nesse processo educacional.
Observações
Professor Márcio,
As questões sobre GT-1 e GT- 2, onde o grupo é formado por Naianna, Rosário e Fabiana, seguidamente as propostas da Educação Profissional e Tecnológica descutidos na aula de encerramento da disciplina, estão todos devidamente postados no blog da Fabiana Leal.
Atenciosamente,
Naianna Castro
EPT
Comentário das Perspectivas na EPT (Reflexões da última aula)
O Governo Federal regulamenta a Educação Profissional e Tecnológica, e é preciso maior interação entre as instituições e articulando cada vez mais com as políticas públicas.
Para melhorar essa parceria as instituições têm que dinamizar as potencialidades locais com as demandas das regiões e melhorar as condições para formação do aluno dando assim a oportunidade de estímulo para o alunado nessas instituições.
Com muitas discussões das mais variadas áreas, acredito que chegaremos a um resultado comum que possibilita assim a integração do conhecimento reconstruindo um currículo juntamente com a legislação, construindo um ensino de qualidade, logo o ensino precisa urgentemente de uma nova abordagem.
Uma das alternativas para melhoria na qualidade de ensino, pode estar nos cursos de formação continuada, qualificando de forma eficaz a didática e planejamento do professor.
Portanto as regiões com melhor índices que mostram resultados efetivos poderiam contribuir casadamente com o Governo Federal dispondo de maior quantidade de recursos para otimizar os investimentos na Educação Profissional e Tecnológica.
O Governo Federal regulamenta a Educação Profissional e Tecnológica, e é preciso maior interação entre as instituições e articulando cada vez mais com as políticas públicas.
Para melhorar essa parceria as instituições têm que dinamizar as potencialidades locais com as demandas das regiões e melhorar as condições para formação do aluno dando assim a oportunidade de estímulo para o alunado nessas instituições.
Com muitas discussões das mais variadas áreas, acredito que chegaremos a um resultado comum que possibilita assim a integração do conhecimento reconstruindo um currículo juntamente com a legislação, construindo um ensino de qualidade, logo o ensino precisa urgentemente de uma nova abordagem.
Uma das alternativas para melhoria na qualidade de ensino, pode estar nos cursos de formação continuada, qualificando de forma eficaz a didática e planejamento do professor.
Portanto as regiões com melhor índices que mostram resultados efetivos poderiam contribuir casadamente com o Governo Federal dispondo de maior quantidade de recursos para otimizar os investimentos na Educação Profissional e Tecnológica.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Comentário dos Três Filmes
Comentário dos Filmes
A alienação de trabalho é um fato marcante no filme “O Homem que Copiava”, onde o personagem principal “André” via em seu trabalho uma forma mecânica sem precisar utilizar sua inteligência para executar seu serviço em uma foto-copiadora, o filme num contexto de drama, explora ainda a questão dos sonhos dos jovens em viver melhor, e por um golpe de sorte ganhou na loteria e assim pôde realizar seus desejos.
No filme “Ratatouille” aborda de forma animada, a situação contemporânea do mundo de trabalho, onde o ratinho em suas atividades no restaurante, cresce de nível mais inferior através do próprio esforço, porém bastante explorado pelo seu superior e o ratinho chega ao cargo de coordenador no restaurante mais famoso.
E o filme “O Diabo Veste Prada”, aborda bem a concorrência e seletividade do mercado de trabalho, onde “Andéia” superou toda pressão do autoritarismo e contoladorismo de “Miranda”.
A relação comum nos filmes é o fato os personagens principais de cada um deles começarem a enfrentar o mercado de trabalho no nível mais inferior e subiram de nível através do próprio esforço e com auxílio de orientações de personagens que viram o interesse, a garra e coragem, seguido do potencial próprio.
É bem nítido o sentimento que cada um carregava ao chegar no ápice de suas carreiras não se corromperam com seus valores por causa do sucesso, pois se dedicaram tanto ao trabalho e sucesso mas no entanto não se esqueceram da família e nem dos amigos, e assim não perderam suas origens.
Portanto, quando perceberam que o dinheiro e Status não compra tudo, desistiram de uma carreira promissora e retomaram a vida feliz que levavam antes de ficarem tomados pelas circunstâncias da vida.
Produção textual sobre as Leis Orgânicas(questionário)
As Leis Orgânicas de Ensino.
No ano de 1942, pelo Ministro de Educação, Gustavo Capanema, do Governo de Vargas, propôs a reformulação de alguns ramos do ensino. Os ensinos primário e médio, cuja diretrizes tomaram o nome de Leis Orgânicas do Ensino.
Em 1960 foi época de grandes conquistas nos movimentos educacionais e da cultura, liderado por Paulo Freire, no ano seguinte foi promulgada a Leis de Diretrizes e Bases da Educação, a Lei n° 4.024/61. Foi uma tentativa dos estados de fixarem disciplinas optativas respeitando a regionalidade ao currículo mínimo estabelecido, onde o principal objetivo era equiparar de todos os ramos e modalidades de ensino.
Dessa forma, os alunos que cursavam o ensino profissional ganhavam a equivalência com o ensino de acadêmico sem ter que passar por provas e exames, tendo a prerrogativa de prosseguir os estudos nos níveis subseqüentes.
Embora a Lei n° 4.024/61, tenha representado um avanço no sentido da unificação e democratização do ensino, as mudanças não foram imediatas.
A explosão do movimento foi com a quebra do equilíbrio entre os modelos políticos e econômicos estabelecidos pelo Governo Vargas, com a entrada do capital internacional durante o Governo de Kubitshek, que aprofundou bastante a distância entre os dois modelos.
A relação entre educação e trabalho veio no período pós 1964, vinculando-se a educação aos planejamentos econômicos e adequando-se às necessidades de qualificação de mão-de-obra demandada por esse mercado de trabalho. E foi nesse contexto que aconteceu a Reforma do Ensino do Primeiro e Segundo Graus.
Conhecida como antiga LDB, a Lei n° 5692/71, teve como principal objetivo reformular a Lei n° 4.024/61 nas questões da organização de Primeiro e Segundo Graus, propondo que acabasse com o ensino secundário e os diversos tipos de ensino médio e se institucionalizasse a profissionalização compulsória no segundo grau, como uma escola única para todos. Proporcionando ao educando a formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de auto-realização, qualificação para o trabalho e preparo para o exercício consciente da cidadania.
Dispondo assim do currículo para o desenvolvimento de aptidões e a iniciação do trabalho já no primeiro grau, e a habilitação profissional técnica, plena ou parcial, para o segundo grau.
A Lei n° 5.692/71 avançou por tratar da dimensão educação-trabalho no ensino médio, dado um caráter propedêutico e acadêmico do ensino médio, que garantia a formação dos intelectuais da sociedade e esse avanço não descaracterizou a questão da dualidade estrutural como componente da estrutura social proposta pela lei.
A lei acabou por não admitir a dualidade estrutural como modelo de organização escolar, por ter meta de longo prazo uma escola única para a formação dos jovens, obrigando a escolarização em oito anos (primeiro grau) e a formação profissional (segundo grau), com equivalência de estudos para todos e a proposta de profissionalização fracassou por conta das dificuldades.
Em 1975, o Conselho Federal de Educação fez um novo estudo, resultando assim o Parecer CFE n° 76/75, onde constataram um equívoco na interpretação da Lei n° 5.692/71. A lei na verdade propunha que o ensino fosse profissionalizante e não a escola.
O documento expressa uma preocupação com a formação não apenas para uma ocupação, o segundo grau passaria a contemplar uma formação profissional específica e também uma formação que preparasse o jovem para o mundo de forma plena e integral.
A Lei n° 7.044/82 veio regulamentar o que na prática já acontecia, tornando a educação profissional facultativa para o ensino de segundo grau. Ao libertar esse nível de ensino da profissionalização, acabou por restringir a formação profissional às instituições especializadas. Na verdade a profissionalização de ensino não passou de uma camuflagem nos cursos propedêuticos.
Dessa forma, com pequenos arranjos nas grades curriculares, os antigos cursos profissionalizantes passaram a oferecer o ensino acadêmico e substituindo o termo “qualificação para o trabalho” por “preparação para o trabalho”.
Resumidamente as Leis n° 5.692/71 e 7.044/82, acabaram por gerar falsas expectativas com relação à formação profissional integrada a uma estrutura sem identidade para o ensino médio, mantido de certa forma escondido na estrutura de ensino de primeiro grau ampliado.
No ano de 1942, pelo Ministro de Educação, Gustavo Capanema, do Governo de Vargas, propôs a reformulação de alguns ramos do ensino. Os ensinos primário e médio, cuja diretrizes tomaram o nome de Leis Orgânicas do Ensino.
Em 1960 foi época de grandes conquistas nos movimentos educacionais e da cultura, liderado por Paulo Freire, no ano seguinte foi promulgada a Leis de Diretrizes e Bases da Educação, a Lei n° 4.024/61. Foi uma tentativa dos estados de fixarem disciplinas optativas respeitando a regionalidade ao currículo mínimo estabelecido, onde o principal objetivo era equiparar de todos os ramos e modalidades de ensino.
Dessa forma, os alunos que cursavam o ensino profissional ganhavam a equivalência com o ensino de acadêmico sem ter que passar por provas e exames, tendo a prerrogativa de prosseguir os estudos nos níveis subseqüentes.
Embora a Lei n° 4.024/61, tenha representado um avanço no sentido da unificação e democratização do ensino, as mudanças não foram imediatas.
A explosão do movimento foi com a quebra do equilíbrio entre os modelos políticos e econômicos estabelecidos pelo Governo Vargas, com a entrada do capital internacional durante o Governo de Kubitshek, que aprofundou bastante a distância entre os dois modelos.
A relação entre educação e trabalho veio no período pós 1964, vinculando-se a educação aos planejamentos econômicos e adequando-se às necessidades de qualificação de mão-de-obra demandada por esse mercado de trabalho. E foi nesse contexto que aconteceu a Reforma do Ensino do Primeiro e Segundo Graus.
Conhecida como antiga LDB, a Lei n° 5692/71, teve como principal objetivo reformular a Lei n° 4.024/61 nas questões da organização de Primeiro e Segundo Graus, propondo que acabasse com o ensino secundário e os diversos tipos de ensino médio e se institucionalizasse a profissionalização compulsória no segundo grau, como uma escola única para todos. Proporcionando ao educando a formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de auto-realização, qualificação para o trabalho e preparo para o exercício consciente da cidadania.
Dispondo assim do currículo para o desenvolvimento de aptidões e a iniciação do trabalho já no primeiro grau, e a habilitação profissional técnica, plena ou parcial, para o segundo grau.
A Lei n° 5.692/71 avançou por tratar da dimensão educação-trabalho no ensino médio, dado um caráter propedêutico e acadêmico do ensino médio, que garantia a formação dos intelectuais da sociedade e esse avanço não descaracterizou a questão da dualidade estrutural como componente da estrutura social proposta pela lei.
A lei acabou por não admitir a dualidade estrutural como modelo de organização escolar, por ter meta de longo prazo uma escola única para a formação dos jovens, obrigando a escolarização em oito anos (primeiro grau) e a formação profissional (segundo grau), com equivalência de estudos para todos e a proposta de profissionalização fracassou por conta das dificuldades.
Em 1975, o Conselho Federal de Educação fez um novo estudo, resultando assim o Parecer CFE n° 76/75, onde constataram um equívoco na interpretação da Lei n° 5.692/71. A lei na verdade propunha que o ensino fosse profissionalizante e não a escola.
O documento expressa uma preocupação com a formação não apenas para uma ocupação, o segundo grau passaria a contemplar uma formação profissional específica e também uma formação que preparasse o jovem para o mundo de forma plena e integral.
A Lei n° 7.044/82 veio regulamentar o que na prática já acontecia, tornando a educação profissional facultativa para o ensino de segundo grau. Ao libertar esse nível de ensino da profissionalização, acabou por restringir a formação profissional às instituições especializadas. Na verdade a profissionalização de ensino não passou de uma camuflagem nos cursos propedêuticos.
Dessa forma, com pequenos arranjos nas grades curriculares, os antigos cursos profissionalizantes passaram a oferecer o ensino acadêmico e substituindo o termo “qualificação para o trabalho” por “preparação para o trabalho”.
Resumidamente as Leis n° 5.692/71 e 7.044/82, acabaram por gerar falsas expectativas com relação à formação profissional integrada a uma estrutura sem identidade para o ensino médio, mantido de certa forma escondido na estrutura de ensino de primeiro grau ampliado.
Assinar:
Postagens (Atom)